sexta-feira, 20 de junho de 2014



"Eu acredito em rosa. Eu acredito que rir é o melhor queimador de calorias. Eu acredito em beijar, beijar muito. Eu acredito em ser forte quando tudo parece estar dando errado. Eu acredito que as meninas felizes são as meninas mais bonitas. Acredito que amanhã é outro dia e eu acredito em milagres."
Friedrich Nietzsche.







"Todo mundo é um pouco dos restos de alguém. Sempre fica na pele, na alma, na memória. Alguns marcaram tanto que deixaram rastros no coração. Outros deixam visíveis no dia a dia a falta que aquela tal pessoa faz e que o seu lugar ainda está ali, intacto. E que por acidente ou até mesmo por amor, quem sabe, ela resolva voltar."
 Restos de um naufrágio

sexta-feira, 6 de junho de 2014



















segunda-feira, 2 de junho de 2014




"Oração pelo mundo. 
 Que amem, 
Amém."
"Não sou poeta, sou verso, sou prosa em construção, sou um livro velho e inacabado. Eu sou uma poesia mal feita e atemporal."
"Amar é andar de busão no banco de trás abraçado, amar é comer junto miojo no mesmo prato. Amar é dividir um cachorro quente no bingo, fingir que é jantar chique num restaurante granfino. Amar pode ter certeza, não tem nada a ver com dinheiro, amar é coisa de pele, e quando pega não tem jeito. Amar é dividir um chiclete que resta no meio, amar a gente sente de cara no primeiro beijo. Frio, a gente dorme de conchinha num só cobertor, calor, põe pra rodar, põe no três o ventilador. Isso que é amor, o resto é conversa."
"Quando eu tiver setenta anos então vai acabar essa adolescência vou largar da vida louca e terminar minha livre-docência vou fazer o que meu pai quer começar a vida com o passo perfeito vou fazer o que minha mãe deseja aproveitar as oportunidades de virar um pilar da sociedade e terminar meu curso de direito então ver tudo em sã consciência quando acabar esta adolescência"

segunda-feira, 19 de maio de 2014

"Sinto saudades de tudo que marcou a minha vida. Quando vejo retratos, quando sinto cheiros, quando escuto uma voz, quando me lembro do passado, eu sinto saudades. Sinto saudades de amigos que nunca mais vi, de pessoas com quem não mais falei ou cruzei. Sinto saudades da minha infância, do meu primeiro amor, do meu segundo, do terceiro, do penúltimo e daqueles que ainda vou ter, se Deus quiser. Sinto saudades do presente, que não aproveitei de todo, lembrando do passado e apostando no futuro. Sinto saudades do futuro, que se idealizado, provavelmente não será do jeito que eu penso que vai ser. Sinto saudades de quem me deixou e de quem eu deixei! De quem disse que viria e nem apareceu; de quem apareceu correndo, sem me conhecer direito, de quem nunca vou ter a oportunidade de conhecer. Sinto saudades dos que se foram e de quem não me despedi direito! Daqueles que não tiveram como me dizer adeus; de gente que passou na calçada contrária da minha vida e que só enxerguei de vislumbre. Sinto saudades de coisas que tive e de outras que não tive mas quis muito ter. Sinto saudades de coisas que nem sei se existiram. Sinto saudades de coisas sérias, de coisas hilariantes, de casos, de experiências. Sinto saudades dos livros que li e que me fizeram viajar. Sinto saudades dos discos que ouvi e que me fizeram sonhar. Sinto saudades das coisas que vivi e das que deixei passar, sem curtir na totalidade. Quantas vezes tenho vontade de encontrar não sei o que… não sei onde… para resgatar alguma coisa que nem sei o que é e nem onde perdi… vejo o mundo girando e penso que poderia estar sentindo saudades em japonês, em russo, em italiano, em inglês… mas que minha saudade, por eu ter nascido no Brasil, só fala português, embora, lá no fundo, possa ser poliglota. Aliás, dizem que costuma-se usar sempre a língua pátria, espontaneamente quando estamos desesperados… para contar dinheiro… fazer amor… declarar sentimentos fortes… seja lá em que lugar do mundo estejamos. Eu acredito que um simples “I miss you” ou seja lá como possamos traduzir saudade em outra língua, nunca terá a mesma força e significado da nossa palavrinha. Talvez não exprima corretamente a imensa falta que sentimos de coisas ou pessoas queridas. E é por isso que eu tenho mais saudades. Porque encontrei uma palavra para usar todas as vezes em que sinto este aperto no peito, meio nostálgico, meio gostoso, mas que funciona melhor do que um sinal vital quando se quer falar de vida e de sentimentos. Ela é a prova inequívoca de que somos sensíveis. De que amamos muito o que tivemos e lamentamos as coisas boas que perdemos ao longo da nossa existência."
"Beleza não é ter um cabelo longo, pernas finas, pele bronzeada e dentes perfeitos. Acredite em mim. Beleza é o rosto de quem chorava e agora sorri. Beleza, é a cicatriz no seu joelho que você tem desde aquela vez que você caiu quando era criança, beleza é quando o amor não te deixa dormir de noite, beleza é a expressão no seu rosto quando o despertador toca de manhã. É a maquiagem borrada quando você toma banho, é a gargalhada de quando você conta uma piada e só você entende. Beleza é encontrar o seu olhar e ficar sem rumo, beleza é o seu olhar quando eu olho para ele, é quando você chora por suas paranoias, são as linhas de expressão marcadas pelo tempo. Beleza é o que a gente sente por dentro e que também reflete por fora. Beleza são as marcas que a vida nos deixa, todos os chutes e caricias que as memórias nos dão. Beleza, é se deixar viver."